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Arquivo da Categoria: Hoje na História

O 25 de Abril

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Lembrar o 25 de Abril, é essencialmente recordar aqueles que nunca esmoreceram nem desistiram de lutar pela Liberdade; e esses, são a alma do 25 de Abril. Lopes Graça, compositor e José Gomes Ferreira, poeta e autor da letra, são uns  deles.

Madeira

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Funchal

… Estas são sempre as casas. E se vamos morrer nós mesmos,
espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos
que não viram as correntes infindáveis
das rosas, ou as águas permanentes,
ou um sinal de eternidade espalhado nos corações
rápidos…”

Herberto Helder (in  Colher na Boca, 1953)

Herberto Helder, é natural do Funchal, e lá exerceu  a profissão de meteorologista, entre muitas outras e muitos outros lugares.

Albert Camus

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Há 50 anos, que num brutal acidente de viação, morreu Albert Camus. Foi o escritor da minha geração, e meu em particular. Em 1959 fui a primeira vez a Paris, e recordo-me do entusiasmo, na esperança de encontrar  Camus nas bancas dos “bouquinistes”, porque o dinheiro não dava para mais. Foi o escritor do absurdo, e da liberdade.

Galiza – homenagem a Zé Afonso

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Editado cartaz do Zeca Afonso

Dentro das actividades que a Gentalha está a promover junto com outros colectivos galegos e portugueses, insire-se a ediçom deste cartaz que será distribuido de graça desde o nosso centro social.
O José Afonso é, para a maioria de galegos e galegas, o mais conhecido cantor de intervençom português. Em Portugal, esta figura representa o compromisso em estado puro com a transformaçom social através da música. Dum lado e outro da raia, a qualidade das suas músicas e poemas é celebrada com entusiasmo, e muitas bandas contemporáneas versionam as suas cançons quase 25 anos depois da sua morte. Pouca gente sabe, no entanto, que também foi um grande amigo Galiza. O José Afonso assumiu o papel de um duplo embaixador de luxo, da Revoluçom dos Cravos aquém Minho e da causa galega além Minho, onde dizia estar “farto de explicar por todo o lugar que a Galiza nom é Espanha”. Foi em Compostela que o Zeca tocou pola primeira vez o mítico hino ‘Grândola, Vila Morena’, e foi ele que deu a conhecer no mundo umha das mais bonitas cantigas populares galegas: ‘Achega-te a mim, Maruxa’. Em Agosto de 1985, quando já estava gravemente doente, o cantor português recebeu, no parque de Castrelos de Vigo, umha das mais emotivas homenagens que se lembram. Este ano, 80 desde o seu nascimento, voltamos a lembrar a quem nunca esquecemos.
A GENTALHA DO PICHEL (GALIZA)

Zé Afonso

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Recordar…

11 de julho de 1973

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Em homenagem ao meu Pai que tocava violino e era um amante de música. Dedico-lhe a que eu considero a maior da actualidade.

na memória de

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Sophia de Mello Breyner Andressen

Sophia de Mello Breyner Andresen

A hora da partida soa quando
Escurece o jardim e o vento passa,
Estala o chão e as portas batem, quando
A noite cada nó em si deslaça.

A hora da partida soa quando
as árvores parecem inspiradas
Como se tudo nelas germinasse.

Soa quando no fundo dos espelhos
Me é estranha e longínqua a minha face
E de mim se desprende a minha vida.

(A hora da partida)

cinco anos depois

Café Müller

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Thy hand, Belinda, darkness shades me,
On thy bosom let me rest,
More I would, but Death invades me;
Death is now a welcome guest.
When I am laid, am laid in earth, May my wrongs create
No trouble, no trouble in thy breast;
Remember me, remember me, but ah! forget my fate.
Remember me, but ah! forget my fate,

Purcell — Ópera Dido e Eneias “Thy hand, Belinda”

Pina Bausch — 27 de Julho de 1940/ 30 de Junho de 2009

tiananmen foi há 20 anos

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O Massacre de Tiananmen a 4 de Junho de 1989,  ainda não está esclarecido nem reconhecido como tal pelo P C da China e ainda se encontram pessoas prêsas !…

na memória de

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GYORGY LIGETI

que ontem faria 86anos

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