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-Henrique Pousão (1859 – 1884)-
Esperando o Sucesso
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-Diário de um Estudante de Belas-Artes-
Trata-se de uma exposição que será inaugurada no próximo dia 22 às 18h00 no Palácio das Carrancas comemorando os 150 anos do nascimento de Henrique Pousão.
Natural de Vila Viçosa, veio para o Porto, matriculando-se na Academia Portuense de Belas Artes. Bolseiro do Estado, vai para Paris e depois, por razões de saúde vai para Roma, Nápoles,Capri.
Foi um inovador; naturalista, com influencias dos impressionistas, revela preocupações estéticas que não eram as habituais no seu tempo.
Até onde teria chegado Henrique Pousão se a morte, por tuberculose, o não tivesse interrompido aos 25 anos!
Não são precisos pretextos para se ir a Roma; mas se lhe associarmos uma retrospectiva de Caravaggio e Francis Bacon, então fica quase obrigatório.
Com Caravaggio comemora-se o 4º séc. da sua morte.
Com Bacon o 1º centenário do seu nascimento.
Um e outro são indubitavelmente os intérpretes mais profundos e mais revolucionários da pessoa humana.
A exposição reúne obras dos maiores Museus do mundo, e o seu enquadramento na bela e tranquila Vila Borghese, é uma provocação à sua visita.

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Um contributo para a divulgação do que por cá se faz de bom. Nem sempre ou quasi nunca estes acontecimentos são uma preocupação dos media; veja-se a falta de interêsse da comunicação social em dar a conhecer o que se passa na 53ª Bienal de Veneza; a comparticipação importante de Portugal; palpita-me que há gente de mais a nem saber o que isso é, e os media fazem parte.
A Universidade do Porto, apresenta no átrio da Química, da Reitoria, uma exposição de reproduções dos frescos de Giotto da Capela Scrovegni, de Pádua.
É uma exposição itinerante, idealizada em 1987, na altura das comemorações dos 650 anos da morte de Giotto.
Chega agora ao Porto, e está patente ao público de 26 / Fev. a 7 / Maio / 2009.
A entrada é livre.
Exposição no Centro Pompidou
18 mars – 20 juillet 2009

A exposição consagrada aos primeiros anos de Calder em Paris, vai mostrar a « art d’ingénieur» deste notável artista, nomeadamente a origem da sua primeira obra-prima, Le Cirque. Vão estar expostas numerosas peças, filmes, documentos de arquivo e o visitante vai poder sentir a magia das criações animadas, os retratos de fio metálico inspirados nos artistas da época, e também outro aspecto da creação de Calder, a abstração, depois de visitar o atelier de Mondrian.
Na galeria das crianças vai funcionar uma exposição-atelier à volta de Calder.
Um bom pretexto para se ir a Paris nas férias e levar as crianças.