Havia no galinheiro da casa dos meus verdes anos, um casal de garnisés que provocava incessantemente, guerras ferozes entre os demais galináceos. De pequeno porte mas espaventoso, atiçavam a desordem, e esvoaçavam de imediato para a copa de uma laranjeira. O garnisé é assim; pequeno, atrevido e cobarde.
Sarcástico, não o galo, mas no Homem-Garnisé, aqui, este texto, merece mesmo ser lido.
