Recordar Ligeti por altura do seu aniversário

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Árias para os “Tês Tenores”

O elegante e famoso tenor britânico, Ian Bostridge, virá no próximo dia 24 á Gulbenkian acompanhado pelo não menos, não direi elegante, mas também  famoso,  Fabio Biondi na direcção do ensemble EUROPA GALANTE.

O programa é constituído por árias retiradas do repertório de três grandes tenores do período Barroco – Francesco Borosini, Annibale Pio Fabri e John Beard. Os três têm em comum terem sido dirigidos por Handel, na altura a residir em Londres.

Lá nos encontraremos.

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em Maio

I’m a dreamer



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em Maio

Passeei esta manhã pelos campos

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3 – 1

Não é para comentar

É para FESTEJAR!…

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“Empreendedorismo Feminino”

Ana Sá e Sousa

Freelance your work all over the world

Foi o nome que Ana Sá e Sousa deu à sua ideia; para ler aqui

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O 25 de Abril

Lembrar o 25 de Abril, é essencialmente recordar aqueles que nunca esmoreceram nem desistiram de lutar pela Liberdade; e esses, são a alma do 25 de Abril. Lopes Graça, compositor e José Gomes Ferreira, poeta e autor da letra, são uns  deles.

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Poesia

A este cantar de moças


Menina fermosa,
que nos meus olhos andais,
dizei porque mos quebrais.

Em vos vendo, vo-los dei:
logo vos passastes i;
nunca mais olhos abri,
nunca mais olhos çarrei.
Vós lhe sois regra, vós lei:
não fazem menos nem mais
daquilo que lhes mandais.

Em pago desta verdade,
que estranhais porque não se usa,
quebrais-mos… A alma confusa
não sabe quebrar vontade.
Menina, contra a idade,
contra todos os sinais,
cruel sois cada vez mais.

Tomais vingança da fé
que sempre convosco tive,
ou de quê? da alma que vive
por vós, onde quer que esté?
Dizei, menina, porqu’é?
Tam vossos olhos quebrais?
Não vo-los referto mais!

.

Sá de Miranda

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Páscoa feliz

Gosto mais de exaltar a vida, que lamentar a morte. Por isso antecipo a Páscoa nesta belíssima performance de Bernstein na interpretação da gloriosa RESSURREIÇÃO de Mahler.

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Poesia

(casa da Pacheca)

Canção

Tinha um cravo no meu balcão;
veio um rapaz e pediu-mo
-mãe, dou-lho ou não?

Sentada , bordava um lenço de mão;
veio um rapaz e pediu-mo
- mãe, dou-lho ou não?

Dei um cravo e dei um lenço,
só não dei o coração;
mas se o rapaz mo pedir
- mãe, dou-lho ou não?

.

Eugénio de Andrade

(primeiros poemas 1940-44)

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